sexta-feira, 16 de outubro de 2009

A DESPEDIDA DO AMOR

Existem duas dores de amor:
A primeira é quando a relação termina e a gente, seguindo amando, tem que se acostumar com a ausência do outro, com a sensação de perda, de rejeição e com a falta de perspectiva, já que ainda estamos tão embrulhados na dor que não conseguimos ver luz no fim do túnel.
A segunda dor é quando começamos a vislumbrar a luz no fim do túnel.
A mais dilacerante é a dor física da falta de beijos e abraços, a dor de virar desimportante para o ser amado. Mas, quando esta dor passa, começamos um outro ritual de despedida: a dor de abandonar o amor que sentíamos. A dor de esvaziar o coração, de remover a saudade, de ficar livre, sem sentimento especial por aquela pessoa.
Dói também...
Na verdade, ficamos apegados ao amor tanto quanto à pessoa que o gerou. Muitas pessoas reclamam por não conseguir se desprender de alguém. É que, sem se darem conta, não querem se desprender. Aquele amor, mesmo não retribuído, tornou-se um souvenir, lembrança de uma época bonita que foi vivida... Passou a ser um bem de valor inestimável, é uma sensação à qual a gente se apega. Faz parte de nós. Queremos, lógicamente, voltar a ser alegres e disponíveis, mas para isso é preciso abrir mão de algo que nos foi caro por muito tempo,
que de certa maneira entranhou-se na gente, e que só com muito esforço é possível alforriar.

É uma dor mais amena, quase imperceptível. Talvez, por isso, costuma durar mais do que a "dor-de-cotovelo" propriamente dita. É uma dor que nos confunde. Parece ser aquela mesma dor primeira, mas já é outra. A pessoa que nos deixou já não nos interessa mais, mas interessa o amor que sentíamos por ela, aquele amor que nos justificava como seres humanos, que nos colocava dentro das estatísticas: "Eu amo, logo existo".
Despedir-se de um amor é despedir-se de si mesmo. É o arremate de uma história que terminou, externamente, sem nossa concordância, mas que precisa também sair de dentro da gente...
E só então a gente poderá amar, de novo.

Fecho os olhos e me imagino em seus braços.Meu corpo junto ao seu, vibra intensamente,ao toque sutil das suas mãos.
Vejo a sua boca, a minha procurare não a deixo esperar.Selo, com um beijo molhado,esta busca gostosa, que me faz delirar.
Quero você junto a mim.Sentir o seu cheiro e ver seu corpo inteiroo meu também querer.
Meu peito colado ao seu,sente o seu coração aceleradoque aumenta a cada carinho recebido,pois minhas mãos, não consigo mais controlar.
Tudo é tão gostoso.Até o toque de nossas bocasem simples beijos, me faz arrepiar,despertando ainda mais minha louca vontadede poder te amar.
Em seu rosto, vejo a expressão do desejo.Sinto suas mãos em meu corpo deslizar.Todo o meu ser se estremece,e deixa brotar ainda mais esta ânsiade lhe pertencer.
Te desejo como nunca.Queria seu corpo agora, para cobrí-lo de beijos.Preciso de você, como jamais precisei de alguém.Não sei mais viver sem o calor do seu corpo,sem o toque das suas mãos e da sua boca,que me diz coisas lindase a cada beijo, me enlouquece.
É Amor? … É Paixão? … É Desejo?É tudo …Estou completamente embriagada por você.Quero perder a razãoe só retornar a realidade quando, juntos,explodirmos de prazer, Eu e Você.Pois acredite Meu Amor,Ninguém faz amor, como você.
Depois de todo aquele sofrimento que cerca o fim de um relacionamento, o casal decide se separar. O cara era um machista daqueles, e vivia tentando destruir o amor próprio da esposa. Um fica com ódio mortal do outro, e ambos resolvem lutar pela guarda da criança. Discussões na corte, apelações, etc... Finalmente chega a audiência final, e tudo parece estar pesando a favor da mulher.A mãe argumenta que ela é que tem que ficar com a criança, por todos os motivos que as mulheres alegam nesses casos: "ela foi gerada dentro de mim...", "ela saiu do meu ventre..." e por aí vai. Mas o marido insiste, insiste... O juiz, para ser bem imparcial, pede que ele dê seus argumentos também.Depois de um silêncio constrangedor, o machista finalmente diz:- Excelência, quando eu coloco uma moeda numa máquina de vender refrigerantes, a latinha que sai é minha ou da máquina???
///Estava sentado no vaso, fazendo minhas necessidades, quando ouço:- Oi, tudo bem???Não gosto muito de conversa neste momento... muito menos sem saber quem se encontra do outro lado, mas para não ser indelicado... respondi:- Estou ótimo!E o outro perguntou:- O que é que esta fazendo?Mas que pergunta mais sem lógica. Achei até um pouco bizarro, mas respondi:- Acho que o mesmo que você...Agora que estava chegando ao ponto alto da situação... ouço:- Posso ir aí?OK, esta já foi demais, mas não querendo ser mal educado, respondi:- Não... Neste momento estou muito ocupado...Então ele respondeu:- Olha ... eu ligo mais tarde, porque tem um idiota sentado aqui ao lado, e cada vez que eu falo com você, ele responde...
///Um dia, Deus, olhando para a Terra viu todo o mal que se passava nela. Assim, decidiu enviar um anjo para investigar. Chamou um de seus melhores anjos e mandou-o à Terra por algum tempo. Quando o anjo regressou, disse a Deus:- Sim, a Terra é 95% de filhos da puta e 5% de pessoas boas.Deus pensou por um momento e disse:- Melhor mandar outro anjo para ter uma segunda opinião.Assim, Deus mandou outro anjo ficar na Terra por algum tempo. Quando regressou o anjo também disse:- Sim, a Terra está em decadência, 95% de filhos da puta e 5% de pessoas boas.Deus disse:- Isso não está bom.Decidiu mandar um e-mail aos 5% das pessoas boas que haviam no mundo, para dar-lhes ânimo... para que não desistissem e seguissem adiante sem perder a fé ... Sabe o que dizia o e-mail?....Não? Então a gente se fudeu!... porque prá mim também não chegou!!
A ausência da presença, machuca e fere o coração.Cicatrizes que se abrem facilmente,mas que se fecham com a recordação.
Nunca esperamos um adeus,e mesmo que venhamos a dizer ou ouvi-lo,que não produza em nós, um sentimento de perda total,falta de força ou coragem.Pois esta é uma fraqueza humana ingrata, inata.
A verdadeira saudade é sentida por pessoas que se amame se prezam e que neste maravilhoso vinculo de união,expressam constantemente sua presença.Alegram-se com as suas realizações e sucessos.Preocupam-se com suas derrotas e desilusões.
Mesmo que seja sentida dolorosamente,esta perda de convívio é superada pela alegria das lembranças,que estarão cada vez mais vivas em nossas mentes,e marcadas com carinho em nossos corações.
Apesar da imensa solidão que sentimos no íntimo,uniremos forças para estarmos sempre felizes, pois,sem dúvidas, estaremos sendo lembrados pelas mesmaspessoas em que estamos pensando neste exato momento,Com as mesmas preocupações, alegrias e saudade…

Sinto muitoMas não vou medir palavrasNão se assusteCom as verdades que eu disserQuem não percebeuA dor do meu silêncioNão conheceO coração de uma mulherEu não quero mais serDa sua vidaNem um pouco do muitoDe um prazer ao seu disporQuero ser felizNão quero migalhasDo seu amorDo seu amor...Quem começaUm caminho pelo fimPerde a glóriaDo aplauso na chegadaComo podeAlguém querer cuidar de mimSe de afetoEsse alguém não entende nadaNão foi esse o mundoQue voce me prometeuQue mundo tão sem graçaMais confuso do que o meuNão adianta nem tentarMaquiar antigas falhasSe todo o amorQue voce tem pra me oferecerSão migalhas.